17 maio 2007
16 maio 2007
Uma foto de Urbano Oliveira, mítico baterista dos GATOS NEGROS
Urbano Oliveira também participou no LP " Ascensão e Queda" dos PETRUS CASTRUS .Esta foto foi tirada no bar Xafarix, em 2005, no BluzFest

15 maio 2007
Este PS é um colosso!!!
Farta-se de dizer mal do PSD, quer ganhar a Câmara de Lisboa ao PSD ( com António Costa), mas não tem vergonha nenhuma de fazer um acordo com o mesmo PSD para a Câmara de Loures (onde o mesmo Costa já foi derrotado há uns anos), dado a conhecer esta semana. O mesmo se passa com os acordos que vêm aí para a nova lei eleitoral (mais um acordozito com o PSD) destinados a prejudicar os partidos mais pequenos. Com essa nova lei já nem é preciso ter 43% para ter maioria. Basta ter 30 e tal. E viva a Democracia!! E viva o pluralismo!!!
14 maio 2007
13 maio 2007
12 maio 2007
11 maio 2007
10 maio 2007
07 maio 2007
06 maio 2007
O coro que participou na gravação do tema "Hot River" da GO GRAAL BLUES BAND
Nesse coro encontram-se Frodo e João David Nunes, entre outros 

05 maio 2007
Carlos Costa, fundador da Noite Dentro - Catedral do Vinil, editou recentemente o seu 4º livro "Horizonte Clandestino". Nesta obra, a poesia reencontra uma vez mais a "magia" da fotografia.
Ao longo do livro encontramos algumas fotos de António Manuel Ribeiro, Sandra Baptista, Fábio Lopes,Tiago Correia entre outros. Podemos também apreciar uma pintura abstracta de Carlos Costa.
O prefácio de "Horizonte Clandestino" é da responsabilidade de António Manuel Almeida, o autor do Blog Portugal Rebelde.
Todos os interessados em adquirir este livro, podem fazê-lo enviando um mail para: carloscosta_poesia@clix.pt
Ao longo do livro encontramos algumas fotos de António Manuel Ribeiro, Sandra Baptista, Fábio Lopes,Tiago Correia entre outros. Podemos também apreciar uma pintura abstracta de Carlos Costa.
O prefácio de "Horizonte Clandestino" é da responsabilidade de António Manuel Almeida, o autor do Blog Portugal Rebelde.
Todos os interessados em adquirir este livro, podem fazê-lo enviando um mail para: carloscosta_poesia@clix.pt
O "CLICHÉ" CONTINUA
O Jornal "Público" tem vindo a publicar, nos fins-de-semana um conjunto de CD's de música portuguesa, sob o título "50 Anos de Música".
Edição interessante, com poucas raridades, mas abrangendo vários períodos e estilos musicais.
Neste fim-de-semana, o tema são os Anos 70.
Interessante a escolha, mas com o "lugar-comum" sobre o Rui Veloso a continuar.
No que se refere ao Rock nacional, o CD 3 inclui nomes como PETRUS CASTRUS, TANTRA, UHF, CORPO DIPLOMÁTICO, etc.
O texto e o título ("Pré- História do Rock") que acompanham os temas de Rock português é que não descola do estafado "cliché" de que o Rock português nasceu nos anos 80, logo a partir da estreia discográfica de Rui Veloso.
Mais que debatido e contestado (aliás este blog começou, em parte, para terminar com este "mito") , esse "lugar-comum" não tem fim.
Lanço apenas, uma pergunta no ar: se os anos 70 e essas bandas eram a Pré -História do Rock português, o que dizer de bandas como os SHEIKS, CONJUNTO MISTÉRIO, QUARTETO 1111, EKOS, etc, etc? Será que esses eram da Pré-Pré História?
AGRADECIMENTO
Queria agradecer ao Rui Dinis, do blog A TROMPA, o jeito que deu na nova imagem deste blog
Obrigado, Rui e sucessos para o teu blog
02 maio 2007
NOTÍCIA
Notícia Primeiro de Janeiro
Museu revela produção portuguesa no “tempo do gira-discos”
Vinte anos de música em vinil
O Museu da Música, em Lisboa, propõe este mês uma viagem por duas décadas da recente música portuguesa através do vinil, numa exposição com cerca de 200 discos intitulada «No tempo do gira-discos» que inaugura dia 9 de Maio.
A inaugurar no dia 9, a exposição «No tempo do gira-discos» centra-se na produção discográfica nas décadas de 1960 e 1970, revelando os discos de vinil, em formato LP, EP e single, desde o auge da música ligeira ao surgimento do pop rock, sem esquecer a canção de intervenção.
“Esta é a primeira grande selecção de discos de vinil que se faz sobre aquelas duas décadas”, afirmou à Lusa Rui Pedro Nunes, do Museu da Música, que organiza a mostra em conjunto com o Instituto de Etnomusicologia, da Universidade Nova de Lisboa. Repartida por vários núcleos, a exposição exibirá vinis de artistas representativos dos vários géneros musicais daquelas duas décadas, explicou o etnomusicólogo João Carlos Callixto, um dos organizadores da exposição.
A exposição acompanha duas décadas da história de Portugal, dos últimos anos do Estado Novo, com a predominância das gravações para programas de rádio até a utilização do modo LP (long play), à afirmação da democracia. A importância dos Beatles, a complexidade do rock progressivo e a irreverência da atitude punk, a canção de protesto e a revolução do 25 de Abril são indissociáveis do percurso musical proposto pela exposição. Com discos provenientes do acervo do museu, do espólio da RDP e de coleccionadores privados, a exposição apresenta, por exemplo, o primeiro LP da Banda do Casaco, «Dos benefícios dum vendido no reino dos bonifácios», de 1975, ou «10000 anos depois entre Vénus e Marte», de José Cid. Aliás, este músico português tem direito a um núcleo específico, intitulado «A Galáxia José Cid», por ser, segundo Callixto, “uma das figuras mais importantes do pop rock português”. A exposição termina simbolicamente com a edição do LP «Ar de Rock», o álbum de estreia de Rui
Veloso, em 1980.
Mas para demonstrar que antes de Rui Veloso “já havia pop rock de sucesso em Portugal”, a exposição dá a conhecer discos dos Sheiks, dos Ekos, dos Pop Five Incorporated, do Conjunto Académico João Paulo ou do Quarteto 1111. Dos Pop Five Incorporated, formados no Porto em 1967 por David Ferreira, Tozé Brito, Paulo Godinho, Álvaro Azevedo e Luís Vareta, serão revelados quatro vinis, entre os quais o LP «A Peça», de 1969. Os Aqui d’el Rock, uma das primeiras bandas punk portuguesas, e os Corpo Diplomático, que iriam dar origem aos Heróis do Mar, também terão discos em exposição no Museu da Música. Quem for à exposição “ficará a conhecer uma época que é muito mais rica do que às vezes se quer fazer crer”, sublinhou João Carlos Callixto.
Os anos férteis do Festival da Canção, de renovação da música ligeira, com a presença de Simone de Oliveira, António Calvário, Madalena Iglésias, Paulo de Carvalho ou Fernando Tordo, também estão representados na mostra. O movimento da canção de intervenção é ilustrado com discos de José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Fausto, Brigada Victor Jara, Sérgio Godinho, Luís Cília ou o GAC, Grupo de Acção Cultural - Vozes na Luta, liderado por José Mário Branco e do qual será mostrado o primeiro LP, «Pois Canté!!», editado em 1976.
Destaque ainda para aqueles que, à partida, serão menos conhecidos, como os escritores de canções e os orquestradores que trabalharam entre 1960 e 1979, entre os quais Thilo Krasmann, Shegundo Galarza, Jorge Costa Pinto ou Nóbrega e Sousa, assim como os técnicos de som, como José Fortes e Moreno Pinto.
«No tempo do gira-discos: um percurso pela produção fonográfica portuguesa (1960-1980)» estará patente até 23 de Junho no Museu da Música, situado na estação de metro do Alto dos Moinhos.
Museu revela produção portuguesa no “tempo do gira-discos”
Vinte anos de música em vinil
O Museu da Música, em Lisboa, propõe este mês uma viagem por duas décadas da recente música portuguesa através do vinil, numa exposição com cerca de 200 discos intitulada «No tempo do gira-discos» que inaugura dia 9 de Maio.
A inaugurar no dia 9, a exposição «No tempo do gira-discos» centra-se na produção discográfica nas décadas de 1960 e 1970, revelando os discos de vinil, em formato LP, EP e single, desde o auge da música ligeira ao surgimento do pop rock, sem esquecer a canção de intervenção.
“Esta é a primeira grande selecção de discos de vinil que se faz sobre aquelas duas décadas”, afirmou à Lusa Rui Pedro Nunes, do Museu da Música, que organiza a mostra em conjunto com o Instituto de Etnomusicologia, da Universidade Nova de Lisboa. Repartida por vários núcleos, a exposição exibirá vinis de artistas representativos dos vários géneros musicais daquelas duas décadas, explicou o etnomusicólogo João Carlos Callixto, um dos organizadores da exposição.
A exposição acompanha duas décadas da história de Portugal, dos últimos anos do Estado Novo, com a predominância das gravações para programas de rádio até a utilização do modo LP (long play), à afirmação da democracia. A importância dos Beatles, a complexidade do rock progressivo e a irreverência da atitude punk, a canção de protesto e a revolução do 25 de Abril são indissociáveis do percurso musical proposto pela exposição. Com discos provenientes do acervo do museu, do espólio da RDP e de coleccionadores privados, a exposição apresenta, por exemplo, o primeiro LP da Banda do Casaco, «Dos benefícios dum vendido no reino dos bonifácios», de 1975, ou «10000 anos depois entre Vénus e Marte», de José Cid. Aliás, este músico português tem direito a um núcleo específico, intitulado «A Galáxia José Cid», por ser, segundo Callixto, “uma das figuras mais importantes do pop rock português”. A exposição termina simbolicamente com a edição do LP «Ar de Rock», o álbum de estreia de Rui
Veloso, em 1980.
Mas para demonstrar que antes de Rui Veloso “já havia pop rock de sucesso em Portugal”, a exposição dá a conhecer discos dos Sheiks, dos Ekos, dos Pop Five Incorporated, do Conjunto Académico João Paulo ou do Quarteto 1111. Dos Pop Five Incorporated, formados no Porto em 1967 por David Ferreira, Tozé Brito, Paulo Godinho, Álvaro Azevedo e Luís Vareta, serão revelados quatro vinis, entre os quais o LP «A Peça», de 1969. Os Aqui d’el Rock, uma das primeiras bandas punk portuguesas, e os Corpo Diplomático, que iriam dar origem aos Heróis do Mar, também terão discos em exposição no Museu da Música. Quem for à exposição “ficará a conhecer uma época que é muito mais rica do que às vezes se quer fazer crer”, sublinhou João Carlos Callixto.
Os anos férteis do Festival da Canção, de renovação da música ligeira, com a presença de Simone de Oliveira, António Calvário, Madalena Iglésias, Paulo de Carvalho ou Fernando Tordo, também estão representados na mostra. O movimento da canção de intervenção é ilustrado com discos de José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Fausto, Brigada Victor Jara, Sérgio Godinho, Luís Cília ou o GAC, Grupo de Acção Cultural - Vozes na Luta, liderado por José Mário Branco e do qual será mostrado o primeiro LP, «Pois Canté!!», editado em 1976.
Destaque ainda para aqueles que, à partida, serão menos conhecidos, como os escritores de canções e os orquestradores que trabalharam entre 1960 e 1979, entre os quais Thilo Krasmann, Shegundo Galarza, Jorge Costa Pinto ou Nóbrega e Sousa, assim como os técnicos de som, como José Fortes e Moreno Pinto.
«No tempo do gira-discos: um percurso pela produção fonográfica portuguesa (1960-1980)» estará patente até 23 de Junho no Museu da Música, situado na estação de metro do Alto dos Moinhos.
ESCLARECIMENTO
Tenho notado nalguns blogs e sites críticas ao blog ROCK EM PORTUGAL, sobretudo relacionadas com a imagem do mesmo, especificamente ao grafismo.
Quero referir que eu sou um auto-didacta. Há três ou quatro anos era ainda um info-excluído.Nada entendo de "templates" ou grafismo de blogs.
Já considero muito conseguir colocar os "posts". Refiro, também, que não possuo "scanner", pelo que muitas fotografias (de má qualidade, reconheço) são de uma máquina fotográfica digital que possuo.
Aqui é tudo DIY ("do it yourself")...
Também não tenho culpa de que algumas fotos ou capas de discos sejam de mau gosto. As capas ou fotos são assim mesmo e não há nada a fazer.
Se vestiam mal, era a época que ajudava a isto. O blog tenta ser uma espécie de "museu" da música Rock portuguesa, desde os anos 60, até agora. Aqueles que consideram que a foto de uma determinada banda é de mau gosto, devem lembrar-se que, na época, o vestuário pelos membros usado era o "último grito".Necessário é preservar as memórias...
Quero referir que eu sou um auto-didacta. Há três ou quatro anos era ainda um info-excluído.Nada entendo de "templates" ou grafismo de blogs.
Já considero muito conseguir colocar os "posts". Refiro, também, que não possuo "scanner", pelo que muitas fotografias (de má qualidade, reconheço) são de uma máquina fotográfica digital que possuo.
Aqui é tudo DIY ("do it yourself")...
Também não tenho culpa de que algumas fotos ou capas de discos sejam de mau gosto. As capas ou fotos são assim mesmo e não há nada a fazer.
Se vestiam mal, era a época que ajudava a isto. O blog tenta ser uma espécie de "museu" da música Rock portuguesa, desde os anos 60, até agora. Aqueles que consideram que a foto de uma determinada banda é de mau gosto, devem lembrar-se que, na época, o vestuário pelos membros usado era o "último grito".Necessário é preservar as memórias...
01 maio 2007
BIOGRAFIA MÃO MORTA
Em Novembro de 1984 formam-se, em Braga, os Mão Morta com Joaquim Pinto (baixo), Miguel Pedro (guitarra) e Adolfo Luxúria Canibal (voz). A banda utiliza programações rítmicas para substituir a bateria.
Em Janeiro de 1985 estreiam-se ao vivo, com um concerto na Foz (Porto).
Zé dos Eclipses entra para o grupo, como guitarrista e Miguel Pedro passa para a bateria. Joaquim Pinto toca baixo e teclas.
Em Outubro dão um famoso concerto em Braga, onde Adolfo encena a amputação de uma mão.
Em 1986 concorrem ao 3.º Concurso de Música Moderna do Rock Rendez Vous e ganham o prémio de originalidade.
Num concerto em Maio desse ano, Joaquim Pinto e Miguel Pedro não comparecem, tendo os restantes membros improvisado com elementos dos Ocaso Épico.
Carlos Fortes entra para a banda, como segundo guitarrista.
Em Junho de 1987 tocam no Rock Rendez Vous, no concerto de primeiro aniversário da editora Ama Romanta, de João Peste.
Em Agosto de 87 editam uma cassete, na editora Malucos da Pátria, com o título “Mão Morta”, uma edição que é hoje uma grande raridade.
Em Março de 1988 gravam o seu primeiro disco que sairá pela Ama Romanta, com o título “Mão Morta”.
Em Junho de 1989, num concerto antológico e inesquecível, Adolfo corta-se numa perna com uma faca, tendo corrido perigo de vida se não tivessem estancado a hemorragia.
A Câmara Municipal de Braga edita a compilação “À Sombra de Deus”, na qual os Mão Morta participam com o tema “1.º de Novembro”.
No final de 1989 Joaquim Pinto abandona os Mão Morta.
Na compilação “Ama Romanta 86-89”, os Mão Morta participam com o tema “Oub’lá”. Gravam o segundo LP “Corações Felpudos”.
O ex- Pop Dell’ Arte José Pedro Moura estreia-se como baixista dos Mão Morta, num concerto em Aveiro, em Março de 1990 e, pouco tempo depois, António Rafael é membro da banda como teclista.
Em Outubro de 1990 a editora da cidade da Guarda, Área Total, edita a compilação “Insurrectos”, na qual os Mão Morta participam com o tema “Véus Caídos”.
O terceiro LP “O.D. Rainha do Rock & Crawl” é lançado, em Dezembro de 90 pela editora Área Total. Este disco seria, depois, reeditado (em 1992) pela editora alemã Big Noise e teria distribuição na Suiça, Áustria, Alemanha e República Checa.
Zé dos Eclipses parte para os Estados Unidos para terminar a sua tese de doutoramento (lembremos que Adolfo é, ele próprio, advogado) e é substituído por outro ex- Pop Dell’Arte, Sapo.
“Mutantes S.21” é o nome do novo álbum dos Mão Morta, lançado pela Fungui. Neste disco está o tema “Budapeste” que, depressa, se transforma no maior êxito dos Mão Morta, com passagens em várias rádios ligadas ao “mainstream”.
“Visões-Ficções (Nostradamus)” é a versão dos Mão Morta do tema de António Variações incluída na compilação “Variações – As Canções de António”, editada em 1994.
“Vénus Em Chamas” é o novo disco da banda, editado pela BMG, o quinto da sua discografia. Este disco sai em Março de 1994 e é votado o disco do ano pelos ouvintes da Antena 3.
Os Mão Morta participam no concerto e no disco de homenagem a José Afonso intitulado “Filhos da Madrugada Cantam José Afonso” com uma versão de “O Avô Cavernoso”, uma das melhores versões deste duplo CD.
Em 1995 é editada a compilação de regravações de temas dos Mão Morta intitulada “Mão Morta Revisitada”.
Vasco Vaz, ex-guitarrista dos Braindead, entra para os Mão Morta.
Em 1996 é editado o CD single “Chabala”.
Em 1997 apresentam, durante três noites consecutivas, em Lisboa, no CCB o espectáculo com poemas de Heiner Muller que intitulam “Muller no Hotel Hessischer Hof”. Este concerto é gravado e será, depois editado em CD e DVD.
Em 1998 é editado um novo álbum dos Mão Morta: “Já Há Muito Tempo Que Nesta Latrina O Ar Se Tornou Irrespirável”.
Marta Abreu entra para os Mão Morta, como baixista, em 2000. Pouco tempo depois seria substituída por Joana Longobardi. Ambas as baixistas tinham vindo das Voodoo Dolls.
Em 2001 são editados dois discos dos Mão Morta. Um de estúdio (“Primavera de Destroços”no qual ainda participa Marta Abreu) e outro ao vivo (“Ao Vivo Na Aula Magna”).
Em 2003 a editora Quasi edita o livro “Narradores da Decadência” da autoria de Vítor Junqueira (autor do blog “Juramento Sem Bandeira”) onde são contadas todas as peripécias por que a banda de Adolfo Luxúria Canibal passou, desde a sua formação.
“Carícias Malícias” é o nome do novo álbum dos Mão Morta, saído a público em Maio de 2003.
No ano de 2004 surge uma compilação intitulada “Três Pistas” onde os Mão Morta participam. Um dos temas dos Mão Morta, neste disco, é uma versão de “Kayatronic”, dos Corpo Diplomático (incluída no álbum “Música Moderna” de 1979).
Em 2004 os Mão Morta editam “Nus”, o seu novo álbum.
Em Janeiro de 1985 estreiam-se ao vivo, com um concerto na Foz (Porto).
Zé dos Eclipses entra para o grupo, como guitarrista e Miguel Pedro passa para a bateria. Joaquim Pinto toca baixo e teclas.
Em Outubro dão um famoso concerto em Braga, onde Adolfo encena a amputação de uma mão.
Em 1986 concorrem ao 3.º Concurso de Música Moderna do Rock Rendez Vous e ganham o prémio de originalidade.
Num concerto em Maio desse ano, Joaquim Pinto e Miguel Pedro não comparecem, tendo os restantes membros improvisado com elementos dos Ocaso Épico.
Carlos Fortes entra para a banda, como segundo guitarrista.
Em Junho de 1987 tocam no Rock Rendez Vous, no concerto de primeiro aniversário da editora Ama Romanta, de João Peste.
Em Agosto de 87 editam uma cassete, na editora Malucos da Pátria, com o título “Mão Morta”, uma edição que é hoje uma grande raridade.
Em Março de 1988 gravam o seu primeiro disco que sairá pela Ama Romanta, com o título “Mão Morta”.
Em Junho de 1989, num concerto antológico e inesquecível, Adolfo corta-se numa perna com uma faca, tendo corrido perigo de vida se não tivessem estancado a hemorragia.
A Câmara Municipal de Braga edita a compilação “À Sombra de Deus”, na qual os Mão Morta participam com o tema “1.º de Novembro”.
No final de 1989 Joaquim Pinto abandona os Mão Morta.
Na compilação “Ama Romanta 86-89”, os Mão Morta participam com o tema “Oub’lá”. Gravam o segundo LP “Corações Felpudos”.
O ex- Pop Dell’ Arte José Pedro Moura estreia-se como baixista dos Mão Morta, num concerto em Aveiro, em Março de 1990 e, pouco tempo depois, António Rafael é membro da banda como teclista.
Em Outubro de 1990 a editora da cidade da Guarda, Área Total, edita a compilação “Insurrectos”, na qual os Mão Morta participam com o tema “Véus Caídos”.
O terceiro LP “O.D. Rainha do Rock & Crawl” é lançado, em Dezembro de 90 pela editora Área Total. Este disco seria, depois, reeditado (em 1992) pela editora alemã Big Noise e teria distribuição na Suiça, Áustria, Alemanha e República Checa.
Zé dos Eclipses parte para os Estados Unidos para terminar a sua tese de doutoramento (lembremos que Adolfo é, ele próprio, advogado) e é substituído por outro ex- Pop Dell’Arte, Sapo.
“Mutantes S.21” é o nome do novo álbum dos Mão Morta, lançado pela Fungui. Neste disco está o tema “Budapeste” que, depressa, se transforma no maior êxito dos Mão Morta, com passagens em várias rádios ligadas ao “mainstream”.
“Visões-Ficções (Nostradamus)” é a versão dos Mão Morta do tema de António Variações incluída na compilação “Variações – As Canções de António”, editada em 1994.
“Vénus Em Chamas” é o novo disco da banda, editado pela BMG, o quinto da sua discografia. Este disco sai em Março de 1994 e é votado o disco do ano pelos ouvintes da Antena 3.
Os Mão Morta participam no concerto e no disco de homenagem a José Afonso intitulado “Filhos da Madrugada Cantam José Afonso” com uma versão de “O Avô Cavernoso”, uma das melhores versões deste duplo CD.
Em 1995 é editada a compilação de regravações de temas dos Mão Morta intitulada “Mão Morta Revisitada”.
Vasco Vaz, ex-guitarrista dos Braindead, entra para os Mão Morta.
Em 1996 é editado o CD single “Chabala”.
Em 1997 apresentam, durante três noites consecutivas, em Lisboa, no CCB o espectáculo com poemas de Heiner Muller que intitulam “Muller no Hotel Hessischer Hof”. Este concerto é gravado e será, depois editado em CD e DVD.
Em 1998 é editado um novo álbum dos Mão Morta: “Já Há Muito Tempo Que Nesta Latrina O Ar Se Tornou Irrespirável”.
Marta Abreu entra para os Mão Morta, como baixista, em 2000. Pouco tempo depois seria substituída por Joana Longobardi. Ambas as baixistas tinham vindo das Voodoo Dolls.
Em 2001 são editados dois discos dos Mão Morta. Um de estúdio (“Primavera de Destroços”no qual ainda participa Marta Abreu) e outro ao vivo (“Ao Vivo Na Aula Magna”).
Em 2003 a editora Quasi edita o livro “Narradores da Decadência” da autoria de Vítor Junqueira (autor do blog “Juramento Sem Bandeira”) onde são contadas todas as peripécias por que a banda de Adolfo Luxúria Canibal passou, desde a sua formação.
“Carícias Malícias” é o nome do novo álbum dos Mão Morta, saído a público em Maio de 2003.
No ano de 2004 surge uma compilação intitulada “Três Pistas” onde os Mão Morta participam. Um dos temas dos Mão Morta, neste disco, é uma versão de “Kayatronic”, dos Corpo Diplomático (incluída no álbum “Música Moderna” de 1979).
Em 2004 os Mão Morta editam “Nus”, o seu novo álbum.
Publicada por
ARISTIDES DUARTE
à(s)
10:39 da manhã
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