07 Novembro 2009
01 Novembro 2009
31 Outubro 2009
Uma foto dos CTN (iniciais de Conjunto Típico Nogueirense) , que de origem, mais tarde aos MAU MARIA
27 Outubro 2009
25 Outubro 2009
NOVIDADES
Após um tempo de maturação resolvi avançar com um novo volume das "Memórias do Rock Português".
Tratar-se-á , portanto, do "Memórias do Rock Português- 2.º Volume".
Ainda não sei quando estará disponível, mas seguramente que será lançado no ano que vem.
O novo volume inclui mais uma série de biografias de bandas ou artistas não contempladas no 1.º volume.
Para além disso, inclui 23 entrevistas realizadas com membros de bandas já extintas ou de artistas já retirados das lides(dos anos 60, 70, 80) e com membros de bandas ainda existentes. Essas entrevistas foram realizadas há dois/três anos, mas na maior parte dos casos mantêm-se actuais.
Neste novo volume haverá ainda lugar para histórias relacionadas com concertos ao vivo,com bandas famosas,nos quais o autor esteve presente (sobretudo nos anos 70).
Como sempre o livro terá muitas ilustrações.
Espero feedback dos leitores deste blog.
Tratar-se-á , portanto, do "Memórias do Rock Português- 2.º Volume".
Ainda não sei quando estará disponível, mas seguramente que será lançado no ano que vem.
O novo volume inclui mais uma série de biografias de bandas ou artistas não contempladas no 1.º volume.
Para além disso, inclui 23 entrevistas realizadas com membros de bandas já extintas ou de artistas já retirados das lides(dos anos 60, 70, 80) e com membros de bandas ainda existentes. Essas entrevistas foram realizadas há dois/três anos, mas na maior parte dos casos mantêm-se actuais.
Neste novo volume haverá ainda lugar para histórias relacionadas com concertos ao vivo,com bandas famosas,nos quais o autor esteve presente (sobretudo nos anos 70).
Como sempre o livro terá muitas ilustrações.
Espero feedback dos leitores deste blog.
24 Outubro 2009
Uma foto dos CTN (iniciais de Conjunto Típico Nogueirense) , que de origem, mais tarde aos MAU MARIA
20 Outubro 2009
17 Outubro 2009
Informação CASSAPO
Cassapo nasceu em Oeiras e desde muito cedo que a paixão pela musica foi a grande impulsionadora para levar a cabo o que ele faz de melhor.
Em 1993 formou a sua 1ª banda ( Butt ) como baterista, um ano mais tarde estreou-se na voz e guitarra ( Negative ) , banda que durou até 1997. Em 1997 Cassapo participou no programa da Sic " Chuva de estrelas " onde conseguiu vencer uma eliminatória.
Após a passagem por algumas bandas e de ter mais de 60 musicas no seu reportório, Cassapo lança finalmente em 2001, o seu 1º álbum intitulado " Sonhos ".
Com este disco Cassapo correu o País de Norte a Sul e passou nos principais programas de Radio e Tv.
3 anos mais tarde lança o seu 2º disco de originais " Ser Humano ", e canta em dueto com a Artista Dina. Mais uma vez, este disco foi um sucesso.
Em 2006 sai o 3º disco " Nudez ", os temas Nudez, Amanhecer e 100 Sentidos foram as musicas mais pedidas em muitas rádios nacionais.
2009 é o ano da estreia do 4º disco de originais " S.O.S " do qual fará parte o single " Aquele momento ", tema que já se ouve nas rádios nacionais e na Tv.
Este disco tambem conta com o tema "Nudez acustico" que faz parte da banda sonora da novela " Flor do mar " TVI
ÀLBUM SONHOS
(2001)
ÀLBUM SER HUMANO
(2003)
ÀLBUM NUDEZ
(2006)
EP AQUELE MOMENTO
(2008)
BANDA SONORA
(2008)
ÀLBUM S.O.S
(2009)
Contactos:
Manager :
Tlm . 96 754 62 92
Tlm . 92 644 33 07
E-M@il :
admin@cassapo.com
cassapo@cassapo.com
cassapoproducoes@gmail.com
Site Oficial :
www.cassapo.com
Cassapo & “ S.O.S ”
Chama-se S.O.S e sai para as lojas no final do ano.
O terceiro álbum oficial da carreira de Cassapo a solo tem edição prevista para o final do ano e chama-se S.O.S.
O primeiro single «Palpitação» já é conhecido e roda com insistência nas rádios nacionais.
O sucessor de Nudez , editado em 2006, é constituído por 12 canções, entre as quais se encontra Aquele Momento e Nudez Acustico , tema da novela Flor do Mar.
A produção de S.O.S esteve a cargo do próprio Cassapo. O álbum terá, além dos 12 temas, 4 videoclips.
O alinhamento de S.O.S é o seguinte:
1. Palpitação
2. S.O.S
3. Voltar a sonhar
4. Impulso
5. Fora de mão
6. Mais uma nota
7. Aquele momento
8. Teste de consumo
9. Centro de atenção
10. Lesmas
11. Será que vai ser sempre assim
12. Nudez Acustico
1º Single “ PALPITAÇÃO “
Download Gratuito no site oficial
Em 1993 formou a sua 1ª banda ( Butt ) como baterista, um ano mais tarde estreou-se na voz e guitarra ( Negative ) , banda que durou até 1997. Em 1997 Cassapo participou no programa da Sic " Chuva de estrelas " onde conseguiu vencer uma eliminatória.
Após a passagem por algumas bandas e de ter mais de 60 musicas no seu reportório, Cassapo lança finalmente em 2001, o seu 1º álbum intitulado " Sonhos ".
Com este disco Cassapo correu o País de Norte a Sul e passou nos principais programas de Radio e Tv.
3 anos mais tarde lança o seu 2º disco de originais " Ser Humano ", e canta em dueto com a Artista Dina. Mais uma vez, este disco foi um sucesso.
Em 2006 sai o 3º disco " Nudez ", os temas Nudez, Amanhecer e 100 Sentidos foram as musicas mais pedidas em muitas rádios nacionais.
2009 é o ano da estreia do 4º disco de originais " S.O.S " do qual fará parte o single " Aquele momento ", tema que já se ouve nas rádios nacionais e na Tv.
Este disco tambem conta com o tema "Nudez acustico" que faz parte da banda sonora da novela " Flor do mar " TVI
ÀLBUM SONHOS
(2001)
ÀLBUM SER HUMANO
(2003)
ÀLBUM NUDEZ
(2006)
EP AQUELE MOMENTO
(2008)
BANDA SONORA
(2008)
ÀLBUM S.O.S
(2009)
Contactos:
Manager :
Tlm . 96 754 62 92
Tlm . 92 644 33 07
E-M@il :
admin@cassapo.com
cassapo@cassapo.com
cassapoproducoes@gmail.com
Site Oficial :
www.cassapo.com
Cassapo & “ S.O.S ”
Chama-se S.O.S e sai para as lojas no final do ano.
O terceiro álbum oficial da carreira de Cassapo a solo tem edição prevista para o final do ano e chama-se S.O.S.
O primeiro single «Palpitação» já é conhecido e roda com insistência nas rádios nacionais.
O sucessor de Nudez , editado em 2006, é constituído por 12 canções, entre as quais se encontra Aquele Momento e Nudez Acustico , tema da novela Flor do Mar.
A produção de S.O.S esteve a cargo do próprio Cassapo. O álbum terá, além dos 12 temas, 4 videoclips.
O alinhamento de S.O.S é o seguinte:
1. Palpitação
2. S.O.S
3. Voltar a sonhar
4. Impulso
5. Fora de mão
6. Mais uma nota
7. Aquele momento
8. Teste de consumo
9. Centro de atenção
10. Lesmas
11. Será que vai ser sempre assim
12. Nudez Acustico
1º Single “ PALPITAÇÃO “
Download Gratuito no site oficial
Uma foto dos CTN (iniciais de Conjunto Típico Nogueirense) , que de origem, mais tarde aos MAU MARIA
O link que dá acesso a todo o conteúdo de THE SOUTHSEA MUSIC SOCIETY, o novo projecto de ANÍBAL MIRANDA
http://www.wix.com/TSMSociety/The-Southsea-Music-Society
09 Outubro 2009
05 Outubro 2009
03 Outubro 2009
EX- VOTOS O regresso
OS EX VOTOS TÊM O GOSTO DE VOS INFORMAR QUE VÃO REGRESSAR AOS PALCOS A PARTIR DE NOVEMBRO DE 2009.
UM REGRESSO FEITO G3
PARA ACABAR COM ESTA MERDA
TODA DE UMA VEZ.
ESTAMOS À VOSSA DISPOSIÇÃO.
CONTACTOS:
http://www.myspace.com/zeleonel
http://www.myspace.com/exvotos
Telefones: 969070501 * 219594618
exvotos.info@netcabo.pt
www.exvotos-banda.blogspot.com
UM REGRESSO FEITO G3
PARA ACABAR COM ESTA MERDA
TODA DE UMA VEZ.
ESTAMOS À VOSSA DISPOSIÇÃO.
CONTACTOS:
http://www.myspace.com/zeleonel
http://www.myspace.com/exvotos
Telefones: 969070501 * 219594618
exvotos.info@netcabo.pt
www.exvotos-banda.blogspot.com
Um e-mail de António Cardoso
Boas, amigos/amigas.
Ontem, dia 1 de Outubro, coloquei um museu online dedicado ao Boom do Rock Português:
http://museuboom.no.sapo.pt
Centra-se sobretudo nos meus discos de vinil, mas pretende ser um registo do que foi aquele período tão célere e tão repleto de projectos, bandas, músicos e similares...
Outras funcionalidades poderão existir no futuro mas, para já, pretende-se a relação dos LPs publicados entre 19879-1985 e, mais especificamente, entre 1980-1982. Também lá estão singles, uma breve história do "boom", glossário, bibliografia e links...
Existem secções temporárias: destaque, recortes de imprensa, extra-boom, lá fora...
É um projecto desenvolvido durante o último ano, quase a brincar e que, agora, espero, vos possa entreter e/ou ser útil.
Agradecia que o vissem, que o divulgassem, que comentassem para este e-mail ou para o blogue associado...
Um abraço.
António Luís Cardoso
Ontem, dia 1 de Outubro, coloquei um museu online dedicado ao Boom do Rock Português:
http://museuboom.no.sapo.pt
Centra-se sobretudo nos meus discos de vinil, mas pretende ser um registo do que foi aquele período tão célere e tão repleto de projectos, bandas, músicos e similares...
Outras funcionalidades poderão existir no futuro mas, para já, pretende-se a relação dos LPs publicados entre 19879-1985 e, mais especificamente, entre 1980-1982. Também lá estão singles, uma breve história do "boom", glossário, bibliografia e links...
Existem secções temporárias: destaque, recortes de imprensa, extra-boom, lá fora...
É um projecto desenvolvido durante o último ano, quase a brincar e que, agora, espero, vos possa entreter e/ou ser útil.
Agradecia que o vissem, que o divulgassem, que comentassem para este e-mail ou para o blogue associado...
Um abraço.
António Luís Cardoso
02 Outubro 2009
ANÍBAL MIRANDA Vídeos
O PASSADO- "Don't Shoot", à venda na colectânea "Connect/Everytime" em http://www.cdbaby.com/cd/anibalmiranda
O PRESENTE - The Southsea Music Society "Turtle Bay" à venda em http://www.cdbaby.com/cd/tsms
O PRESENTE - The Southsea Music Society "Turtle Bay" à venda em http://www.cdbaby.com/cd/tsms
01 Outubro 2009
23 Setembro 2009
20 Setembro 2009
19 Setembro 2009
BIOGRAFIA GRITALI & OS TRATANTES
Vasco Moreira -Vozes, Guitarras
Bruno Dias - Baixo
Hélder Silva - Bateria
Zé Rocha – Guitarra Ritmo
Discografia:
”Gritali”-Maquete (2000)
”Sociedade”-EP (2003)
”Razões Sociais” – Álbum (2005)
”Em Estado de Rock”-Álbum (2007)
”Ecrã da TV”-Single (2007)
A banda é originária do concelho de Paredes, com Vasco Moreira Gritali a liderá-la. As letras e músicas da banda são da autoria de Vasco. Porquê “Gritali & Os Tratantes”? Por influência de uma história de banda desenhada da Disney. Seria um nome temporário, mas acabou por ficar vitalício. A banda iniciou actividades em 1999 com concertos regulares aos fins-de-semana em bares do Vale do Sousa. Tocavam “covers”. Só depois vieram os temas originais. A primeira maquete chama-se “Gritali”, mas o nome inicialmente iria ser “Sexto Sentido” como crítica social. Na capa teria a caricatura de uma prostituta. Uma música instrumental com o mesmo nome chegou a ser gravada, mas não chegou a fazer parte de qualquer disco. Com muitos concertos de Norte a Sul do país, 2004 foi um ano em cheio. No tocante a concertos, estes passaram desde Alenquer (Rockhouse) a Gaia (Hard Club), Vila Pouca de Aguiar ou ao Parque da Cidade de Paredes. Em 2005 consta-se que foi a banda portuguesa que cancelou mais concertos no nosso país. Cerca de 20!!!!!!! Como por exemplo: Porto, Paços de Ferreira, Fafe, Lisboa.... enfim... às vezes não há tempo para tudo...Foi um ano com as vidas pessoais dos músicos muito preenchidas, e por isso, nesse ano, a música ficou em segundo plano. A partir de 2006, os concertos, entrevistas, TV e rádios voltaram a ocupar o espaço da banda. Para além do Rock cantado em português, Vasco Moreira Gritali também compõe temas Rock instrumentais. Em palavras do próprio: “A música só faz sentido como um modo de vida. Ninguém vive sem música.”
Bruno Dias - Baixo
Hélder Silva - Bateria
Zé Rocha – Guitarra Ritmo
Discografia:
”Gritali”-Maquete (2000)
”Sociedade”-EP (2003)
”Razões Sociais” – Álbum (2005)
”Em Estado de Rock”-Álbum (2007)
”Ecrã da TV”-Single (2007)
A banda é originária do concelho de Paredes, com Vasco Moreira Gritali a liderá-la. As letras e músicas da banda são da autoria de Vasco. Porquê “Gritali & Os Tratantes”? Por influência de uma história de banda desenhada da Disney. Seria um nome temporário, mas acabou por ficar vitalício. A banda iniciou actividades em 1999 com concertos regulares aos fins-de-semana em bares do Vale do Sousa. Tocavam “covers”. Só depois vieram os temas originais. A primeira maquete chama-se “Gritali”, mas o nome inicialmente iria ser “Sexto Sentido” como crítica social. Na capa teria a caricatura de uma prostituta. Uma música instrumental com o mesmo nome chegou a ser gravada, mas não chegou a fazer parte de qualquer disco. Com muitos concertos de Norte a Sul do país, 2004 foi um ano em cheio. No tocante a concertos, estes passaram desde Alenquer (Rockhouse) a Gaia (Hard Club), Vila Pouca de Aguiar ou ao Parque da Cidade de Paredes. Em 2005 consta-se que foi a banda portuguesa que cancelou mais concertos no nosso país. Cerca de 20!!!!!!! Como por exemplo: Porto, Paços de Ferreira, Fafe, Lisboa.... enfim... às vezes não há tempo para tudo...Foi um ano com as vidas pessoais dos músicos muito preenchidas, e por isso, nesse ano, a música ficou em segundo plano. A partir de 2006, os concertos, entrevistas, TV e rádios voltaram a ocupar o espaço da banda. Para além do Rock cantado em português, Vasco Moreira Gritali também compõe temas Rock instrumentais. Em palavras do próprio: “A música só faz sentido como um modo de vida. Ninguém vive sem música.”
18 Setembro 2009
16 Setembro 2009
UNOESKIMO
Nas lojas dia 2 de Novembro
Tudo começou algures em 2006. Carl Minnemann e David Fialho decidem ir experimentar algumas ideias para uma sala de ensaios. No inicio era só guitarra e bateria...
Com o passar dos tempos, Carl começou a cantarolar umas coisas e os dois foram-se habituando à sua voz. Mas a necessidade de acrescentar um baixista e teclista tornou-se cada vez mais forte e decidem integrar ao projecto João Pequeno e João Mascarenhas. Mais tarde, com a inclusão de Tiago Serôdio como segundo guitarrista, o quinteto foi formado, ainda sem nome...
Algum tempo depois, ainda antes de a banda começar a tocar ao vivo, João Pequeno e Tiago saem da banda devido a razões profissionais e e de estudo e a banda ficou assim desfalcada numa altura em que o repertório já ia extenso e quando as coisas já começavam a fazer sentido e a serem mais consistentes.
Sendo assim, Carl convida Kiko Brandão (dos Matatu, Patrón e dos Tchakare Kanyembe) e Tiago Mota (dos Mata tu, Patrón e dos Tchakare Kanyembe) para fazerem parte deste projecto os quais aceitam de imediato! Com a inclusão destes novos elementos surgem novas influências e algumas músicas foram re-arranjadas.
E foi nesta altura que o nome da banda unoeskimo surge!
Pouco depois disso , a banda estava pronta para tocar ao vivo. Surge então o convite da Universidade Católica do Porto para fazer um concerto no festival Black&White 2007. Este foi o concerto de estreia dos unoeskimo. E foi aqui que a banda teve a oportunidade de gravar uma demo nos estúdios da faculdade.
Depois, sucederam-se uma série de concertos em sitios como O meu Mercedes no Porto, Azenha do Zameiro em Vila do Conde, Porto-Rio no Porto, JUP (bar do Jornal da Universidade do Porto) e Houdini.
No verão de 2008, conseguem despertar a atenção da editora Figura! Antes de assinar contrato, é a vez de David Fialho abandonar o projecto por razões profissionais. A banda fica assim sem um dos seus membros fundadores, mas não baixou os braços. O contrato é assinado e a banda procura novo baterista para o disco. Leandro Leonet foi a primeira escolha e aceitou.
O disco começou então a ser gravado no estúdio Quinta da Música com João Pedro Ferraz (Zero, Ban, etc.) em Setembro de 2008 e chega às lojas no dia 2 de Novembro de 2009.
http://www.myspace.com/unoeskimo
http://unoeskimo.com
Nas lojas dia 2 de Novembro
Tudo começou algures em 2006. Carl Minnemann e David Fialho decidem ir experimentar algumas ideias para uma sala de ensaios. No inicio era só guitarra e bateria...
Com o passar dos tempos, Carl começou a cantarolar umas coisas e os dois foram-se habituando à sua voz. Mas a necessidade de acrescentar um baixista e teclista tornou-se cada vez mais forte e decidem integrar ao projecto João Pequeno e João Mascarenhas. Mais tarde, com a inclusão de Tiago Serôdio como segundo guitarrista, o quinteto foi formado, ainda sem nome...
Algum tempo depois, ainda antes de a banda começar a tocar ao vivo, João Pequeno e Tiago saem da banda devido a razões profissionais e e de estudo e a banda ficou assim desfalcada numa altura em que o repertório já ia extenso e quando as coisas já começavam a fazer sentido e a serem mais consistentes.
Sendo assim, Carl convida Kiko Brandão (dos Matatu, Patrón e dos Tchakare Kanyembe) e Tiago Mota (dos Mata tu, Patrón e dos Tchakare Kanyembe) para fazerem parte deste projecto os quais aceitam de imediato! Com a inclusão destes novos elementos surgem novas influências e algumas músicas foram re-arranjadas.
E foi nesta altura que o nome da banda unoeskimo surge!
Pouco depois disso , a banda estava pronta para tocar ao vivo. Surge então o convite da Universidade Católica do Porto para fazer um concerto no festival Black&White 2007. Este foi o concerto de estreia dos unoeskimo. E foi aqui que a banda teve a oportunidade de gravar uma demo nos estúdios da faculdade.
Depois, sucederam-se uma série de concertos em sitios como O meu Mercedes no Porto, Azenha do Zameiro em Vila do Conde, Porto-Rio no Porto, JUP (bar do Jornal da Universidade do Porto) e Houdini.
No verão de 2008, conseguem despertar a atenção da editora Figura! Antes de assinar contrato, é a vez de David Fialho abandonar o projecto por razões profissionais. A banda fica assim sem um dos seus membros fundadores, mas não baixou os braços. O contrato é assinado e a banda procura novo baterista para o disco. Leandro Leonet foi a primeira escolha e aceitou.
O disco começou então a ser gravado no estúdio Quinta da Música com João Pedro Ferraz (Zero, Ban, etc.) em Setembro de 2008 e chega às lojas no dia 2 de Novembro de 2009.
http://www.myspace.com/unoeskimo
http://unoeskimo.com
UNO ESKIMO BIOGRAFIA
UNO ESKIMO
Biografia
Tudo começou algures em 2006. Carl Minnemann e David Fialho decidem ir experimentar algumas ideias para uma sala de ensaios. No inicio era só guitarra e bateria...
Mais tarde, o duo decide ampliar a sua formação,fazendo testes a guitarristas e um cantores. Carl na altura tocava só baixo, dada ser essa a sua principal função noutras bandas,até à data, logo era o que fazia mais sentido.A escolha não estava facil e gradualmente voltaram os dois à versão duo ( guitarra e bateria ). Com o passar dos tempos, Carl começou a cantarolar umas coisas e os dois foram-se habituando à sua voz. Decidem então fazer nova procura de elementos, assumindo agora que precisavam de um baixista e de um teclista. João Pequeno e João Mascarenhas integram assim o projecto. Mais tarde com a inclusão de Tiago Serôdio como segundo guitarrista, o quinteto foi formado, ainda sem nome...
As composições, a cargo de Carl, eram depois experimentadas e arranjadas na sala de ensaios e o repertório foi crescendo.
Algum tempo depois, antes de a banda tocar ao vivo, João Pequeno e Tiago vão para fora, um em trabalho e outro para estudar. A banda ficou assim desfalcada numa altura em que o repertório já ia extenso e quando as coisas já começavam a soar. O trio partiu assim em nova procura de elementos. No festival de Paredes de Coura 2006 , Carl encontra Kiko Brandão, antigo aluno seu que estava em Barcelona a estudar baixo eléctrico e este diz-lhe que já regressou de vez a Portugal. O convite para integrar a banda é imediatamente feito e aceite. Kiko sugere então Tiago Mota, com quem costumava tocar, para a segunda guitarra. Assim, de uma assentada só, o quinteto fica novamente completo e pronto a trabalhar. Os novos músicos rápidamente aprendem o repertório. Com a inclusão destes novos elementos surgem novas influências , e algumas músicas foram re-arranjadas.
Ao longo desse tempo surgiu o nome unoeskimo. Pouco depois disso , a banda estava pronta para tocar ao vivo. Surge então o convite da Universidade Católica para fazer um concerto no festival Black&White. Este foi o concerto de estreia dos unoeskimo. Com ele surge a hipótese de usar os estúdios da Católica para gravar uma demo, o qual foi imediatamente aceite. As vozes e pianos foram posteriormente gravados no estúdio de André Indiana, assim como as misturas finais.
Com a demo gravada, os unoeskimo começaram assim a fazer uma série de concertos no circuito de bares portuenses.
Pouco depois, a banda desperta a atenção de uma pequena editora independente, a Figura . Antes de assinar contrato, é a vez de David Fialho abandonar o projecto por razões profissionais. A banda fica assim sem um dos seus membros fundadores , mas não baixou os braços. O contrato é assinado e a banda procura novo baterista para o disco. Leandro Leonet foi a primeira escolha e aceitou. O disco começou então a ser gravado no estúdio Quinta da Música com João Pedro Ferraz em Setembro de 2008. A gravação não foi seguida, surgindo vários intervalos por razões profissionais ou pessoais. Em Abril de 2009, o disco é finalmente masterizado por Xavier Marques. Devido a alguns contratempos, torna-se impossível lançar o disco a tempo para o verão, optando a banda , em conjunto com a editora, lançar o disco no início de Novembro.
Biografia
Tudo começou algures em 2006. Carl Minnemann e David Fialho decidem ir experimentar algumas ideias para uma sala de ensaios. No inicio era só guitarra e bateria...
Mais tarde, o duo decide ampliar a sua formação,fazendo testes a guitarristas e um cantores. Carl na altura tocava só baixo, dada ser essa a sua principal função noutras bandas,até à data, logo era o que fazia mais sentido.A escolha não estava facil e gradualmente voltaram os dois à versão duo ( guitarra e bateria ). Com o passar dos tempos, Carl começou a cantarolar umas coisas e os dois foram-se habituando à sua voz. Decidem então fazer nova procura de elementos, assumindo agora que precisavam de um baixista e de um teclista. João Pequeno e João Mascarenhas integram assim o projecto. Mais tarde com a inclusão de Tiago Serôdio como segundo guitarrista, o quinteto foi formado, ainda sem nome...
As composições, a cargo de Carl, eram depois experimentadas e arranjadas na sala de ensaios e o repertório foi crescendo.
Algum tempo depois, antes de a banda tocar ao vivo, João Pequeno e Tiago vão para fora, um em trabalho e outro para estudar. A banda ficou assim desfalcada numa altura em que o repertório já ia extenso e quando as coisas já começavam a soar. O trio partiu assim em nova procura de elementos. No festival de Paredes de Coura 2006 , Carl encontra Kiko Brandão, antigo aluno seu que estava em Barcelona a estudar baixo eléctrico e este diz-lhe que já regressou de vez a Portugal. O convite para integrar a banda é imediatamente feito e aceite. Kiko sugere então Tiago Mota, com quem costumava tocar, para a segunda guitarra. Assim, de uma assentada só, o quinteto fica novamente completo e pronto a trabalhar. Os novos músicos rápidamente aprendem o repertório. Com a inclusão destes novos elementos surgem novas influências , e algumas músicas foram re-arranjadas.
Ao longo desse tempo surgiu o nome unoeskimo. Pouco depois disso , a banda estava pronta para tocar ao vivo. Surge então o convite da Universidade Católica para fazer um concerto no festival Black&White. Este foi o concerto de estreia dos unoeskimo. Com ele surge a hipótese de usar os estúdios da Católica para gravar uma demo, o qual foi imediatamente aceite. As vozes e pianos foram posteriormente gravados no estúdio de André Indiana, assim como as misturas finais.
Com a demo gravada, os unoeskimo começaram assim a fazer uma série de concertos no circuito de bares portuenses.
Pouco depois, a banda desperta a atenção de uma pequena editora independente, a Figura . Antes de assinar contrato, é a vez de David Fialho abandonar o projecto por razões profissionais. A banda fica assim sem um dos seus membros fundadores , mas não baixou os braços. O contrato é assinado e a banda procura novo baterista para o disco. Leandro Leonet foi a primeira escolha e aceitou. O disco começou então a ser gravado no estúdio Quinta da Música com João Pedro Ferraz em Setembro de 2008. A gravação não foi seguida, surgindo vários intervalos por razões profissionais ou pessoais. Em Abril de 2009, o disco é finalmente masterizado por Xavier Marques. Devido a alguns contratempos, torna-se impossível lançar o disco a tempo para o verão, optando a banda , em conjunto com a editora, lançar o disco no início de Novembro.
13 Setembro 2009
12 Setembro 2009
Bandas de rock portuguesas (dos anos 80) nunca referidas neste blog
CIRCO ABARDINO
FAT BOOSE
EZRA POUND
JONAS
LARANJA MECÂNICA
OVIDJA TWAREG
SANGUE CIVIL
TAEDEUM VITAE
TUM TÁ TUM TUM
YELLOW BLUES
FAT BOOSE
EZRA POUND
JONAS
LARANJA MECÂNICA
OVIDJA TWAREG
SANGUE CIVIL
TAEDEUM VITAE
TUM TÁ TUM TUM
YELLOW BLUES
09 Setembro 2009
PARA O PEDRO QUE COLOCOU UM COMENTÁRIO SOBRE OS HOSANNA
Olá
Para eu clocar neste blog as fotos dos HOSANNA é só enviá-las para o e-mail
akapunkrural@gmail.com
Obrigado
Para eu clocar neste blog as fotos dos HOSANNA é só enviá-las para o e-mail
akapunkrural@gmail.com
Obrigado
05 Setembro 2009
03 Setembro 2009
A capa de "Red Tapes" de DWART, o projecto de António Duarte

O disco está à venda, em formato digital, nas seguintes lojas online:
iTunes
http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewAlbum?id=322676529&s=143453
Amazon mp3 (só nos Estados Unidos)
http://www.amazon.com/Red-Tapes/dp/B002G98UKU/ref=sr_shvl_album_1?ie=UTF8&qid=1251865756&sr=301-1
Rhapsody
http://www.rhapsody.com/dwart/red-tapes
Napster
http://free.napster.com/view/album/index.html?id=13272578
Lala
http://www.lala.com/#album/2306124486335665569
ShockHound
http://www.shockhound.com/albums/431957-dwart-mp3s-red-tapes
Amie Street
http://amiestreet.com/music/dwart/red-tapes/
LimeWire Store
http://www.store.limewire.com/store/app/pages/album/Album/productId/218786/
O CD físico está, para já, apenas à venda no Amazon.com:
http://www.amazon.com/Red-Tapes-DWART/dp/B002MAPIA8/ref=sr_1_1?ie=UTF8&s=music&qid=1251866411&sr=1-1
27 Agosto 2009
24 Agosto 2009
23 Agosto 2009
TERCEIRA EDIÇÃO DE "MEMÓRIAS DO ROCK PORTUGUÊS"
Informo todos os leitores deste blog que a terceira edição do livro "Memórias do Rock Português" se encontra à venda, UNICAMENTE, na loja CDGO.com /JoJós Music na Rua da Cedofeita, no Porto, ou no seu site na internet em www.cdgo.com
O número de exemplares disponíveis é limitado.
Não há mais nenhuma loja ou site da internet que tenha exemplares desta edição à venda. Nem sequer o seu autor possui qualquer exemplar do mesmo livro para venda.
A primeira edição e a segunda edição estão completamente esgotadas.
O número de exemplares disponíveis é limitado.
Não há mais nenhuma loja ou site da internet que tenha exemplares desta edição à venda. Nem sequer o seu autor possui qualquer exemplar do mesmo livro para venda.
A primeira edição e a segunda edição estão completamente esgotadas.
21 Agosto 2009
Comemoração do aniversário de António Manuel Ribeiro, em pleno palco, no concerto dos UHF , no Sabugal no dia 1 de Agosto (foto cortesia David Rito)
O autor deste blog numa recente visita à loja CD GO /JOJÓS MUSIC, no Porto, à procura de raridades, com cartazes dos GNR e TAXI na parede de trás
16 Agosto 2009
BIOGRAFIA BEATNICKS (CORRIGIDA)
Os Beatnicks, um dos grupos importantes do Pop/Rock nacional, passaram pelas décadas de 60, 70 e 80.
Com diferentes formações e diferentes estilos de música, os Beatnicks começaram em 1965 como um projecto incipiente.
A sua primeira formação incluía João Ribeiro e Manuel Paulo, que apenas efectuaram alguns espectáculos, sem grande capacidade de surpreender.
A segunda fase dos Beatnicks começa em 1971, com Ribeiro, Rui Pipas (precocemente falecido num acidente de viação), Mário Ceia (que, mais tarde pertenceria a uma formação dos Hosanna) e José Diogo.
O grupo elege o inglês como língua das suas canções. Tocam no Festival de Vilar de Mouros e em Vigo (Espanha). Gravam um EP que contém "Cristina Goes To Town" (tema incluído na colectânea editada em CD " Biografia do Pop/Rock"), que é complementado com " Little School Baby" e "Sing it Along". Nesta fase chamavam-se Beatniks.
Em 1972 editam o single “Money”, com o lado B a ser ocupado por “Back In Town”, na mesma linha Hard Rock.
Nesta fase, o grupo está próximo de uma corrente Hard Rock. Há quem diga que poderiam ser os Black Sabath portugueses.
Ramiro Martins (que tinha entrado no grupo algum tempo antes em substituição de Pipas) reforma o grupo (que esteve parado por problemas relacionados com o serviço militar), já depois do 25 de Abril. Entram Jorge Casanova, Tó Leal e uma jovem actriz, filha do futebolista José Águas. Esta última era Helena Águas (mais tarde conhecida por Lena D'Água). O grupo tinha 2 vocalistas e actuava, sobretudo, em Festas de Finalistas, com incidência no distrito de Castelo Branco.
A partir de 1976 a banda envereda por um estilo "progressivo", muito próximo de uns Yes, Genesis, ou, em Portugal, Tantra.
Jorge Casanova começa a compor temas como "Cosmonicação" ou "Somos o Mar" e os espectáculos do grupo incluem projecção de slides e fumos carbónicos, uma novidade total em Portugal, só vista no concerto que os Genesis deram em 1975, no Pavilhão de Cascais.
A banda actua em vários festivais ao lado de Tantra, Hosanna, Psico, Arte & Ofício e Waveband. Este último grupo constituído por músicos alemães que se radicam em Portugal, tem a participação de um membro dos Beatnicks como músico convidado. Foram inúmeros os espectáculos que os dois grupos fizeram em conjunto.
Os Beatnicks gravam um single com "Somos o Mar" e "Jardim Terra", em 1978 durante a fase "progressiva", mas sem Lena D’Água, que tinha já abandonado a banda.
Ramiro lança-se num projecto efémero chamado Doyo (que inclui quase todos os membros dos Beatnicks com pseudónimos como Jedo ou Doio Kaosos), e grava e edita um dos piores discos (um LP intitulado “A Quem Doer”) da fase do "boom" do Rock português, em 1981.
Os Beatnicks, com Ramiro, ainda regressarão para gravar um single “Blue Jeans”/ "Magia", precisamente na avalanche de bandas de Rock dos anos 80, com o qual não conseguirão nenhum sucesso (o qual não trazia nada de novo em relação a outras bandas). A banda ainda editará o LP “Aspectos Humanos”, na linha do single anterior, no qual se nota a decadência da banda. Completamente desactualizados e com o público interessado em Rui Veloso, GNR e UHF, os Beatnicks acabam por morrer de morte natural.
Ramiro faleceu há mais de 10 anos.
Em 2009, a companhia discográfica Portuguese Progressive Pearls edita um LP em vinil intitulado “Heavy Freaks Are Back In Town”, com todos os temas que os Beatnicks editaram em single e EP, excepto “Blue Jeans”/”Magia”.
Com diferentes formações e diferentes estilos de música, os Beatnicks começaram em 1965 como um projecto incipiente.
A sua primeira formação incluía João Ribeiro e Manuel Paulo, que apenas efectuaram alguns espectáculos, sem grande capacidade de surpreender.
A segunda fase dos Beatnicks começa em 1971, com Ribeiro, Rui Pipas (precocemente falecido num acidente de viação), Mário Ceia (que, mais tarde pertenceria a uma formação dos Hosanna) e José Diogo.
O grupo elege o inglês como língua das suas canções. Tocam no Festival de Vilar de Mouros e em Vigo (Espanha). Gravam um EP que contém "Cristina Goes To Town" (tema incluído na colectânea editada em CD " Biografia do Pop/Rock"), que é complementado com " Little School Baby" e "Sing it Along". Nesta fase chamavam-se Beatniks.
Em 1972 editam o single “Money”, com o lado B a ser ocupado por “Back In Town”, na mesma linha Hard Rock.
Nesta fase, o grupo está próximo de uma corrente Hard Rock. Há quem diga que poderiam ser os Black Sabath portugueses.
Ramiro Martins (que tinha entrado no grupo algum tempo antes em substituição de Pipas) reforma o grupo (que esteve parado por problemas relacionados com o serviço militar), já depois do 25 de Abril. Entram Jorge Casanova, Tó Leal e uma jovem actriz, filha do futebolista José Águas. Esta última era Helena Águas (mais tarde conhecida por Lena D'Água). O grupo tinha 2 vocalistas e actuava, sobretudo, em Festas de Finalistas, com incidência no distrito de Castelo Branco.
A partir de 1976 a banda envereda por um estilo "progressivo", muito próximo de uns Yes, Genesis, ou, em Portugal, Tantra.
Jorge Casanova começa a compor temas como "Cosmonicação" ou "Somos o Mar" e os espectáculos do grupo incluem projecção de slides e fumos carbónicos, uma novidade total em Portugal, só vista no concerto que os Genesis deram em 1975, no Pavilhão de Cascais.
A banda actua em vários festivais ao lado de Tantra, Hosanna, Psico, Arte & Ofício e Waveband. Este último grupo constituído por músicos alemães que se radicam em Portugal, tem a participação de um membro dos Beatnicks como músico convidado. Foram inúmeros os espectáculos que os dois grupos fizeram em conjunto.
Os Beatnicks gravam um single com "Somos o Mar" e "Jardim Terra", em 1978 durante a fase "progressiva", mas sem Lena D’Água, que tinha já abandonado a banda.
Ramiro lança-se num projecto efémero chamado Doyo (que inclui quase todos os membros dos Beatnicks com pseudónimos como Jedo ou Doio Kaosos), e grava e edita um dos piores discos (um LP intitulado “A Quem Doer”) da fase do "boom" do Rock português, em 1981.
Os Beatnicks, com Ramiro, ainda regressarão para gravar um single “Blue Jeans”/ "Magia", precisamente na avalanche de bandas de Rock dos anos 80, com o qual não conseguirão nenhum sucesso (o qual não trazia nada de novo em relação a outras bandas). A banda ainda editará o LP “Aspectos Humanos”, na linha do single anterior, no qual se nota a decadência da banda. Completamente desactualizados e com o público interessado em Rui Veloso, GNR e UHF, os Beatnicks acabam por morrer de morte natural.
Ramiro faleceu há mais de 10 anos.
Em 2009, a companhia discográfica Portuguese Progressive Pearls edita um LP em vinil intitulado “Heavy Freaks Are Back In Town”, com todos os temas que os Beatnicks editaram em single e EP, excepto “Blue Jeans”/”Magia”.
15 Agosto 2009
BIOGRAFIA PERSPECTIVA (CORRIGIDA) *
A partir do grupo Plexus, banda que tocava Rock copiando os ídolos da época, formaram-se os Perspectiva, uma importante banda no panorama do Rock português, na segunda metade dos anos 70 do século XX. A banda surgiu em 1972 com Orlando Nunes (voz), Agostinho Loureiro (guitarra solo e voz), Vítor Santinho (baixo), Carlos Viana (teclas e voz) e Vítor Ferrão (bateria).
A banda, uma das primeiras a enveredar pelo estilo "sinfónico" e "progressivo" (a par dos Tantra), formou-se no Barreiro. Tó Pinheiro da Silva (guitarra, voz e flauta) que seria membro de outra banda muito importante, nesses anos (Banda do Casaco), entrou nos Perspectiva em 1973.
Após tentarem contrato com a Valentim de Carvalho, através da entrega de uma "maqueta" a Mário Martins, começam a ensaiar a sério (após terem sido expulsos de um local na sua cidade-natal porque faziam muito "barulho", passaram a fazê-lo num velho moinho abandonado) e a participar em muitos espectáculos pelo país.
Em 1976 conseguem um contrato discográfico com a Imavox, onde pontuavam como directores António Pinho e Nuno Rodrigues. O primeiro disco gravado pela banda foi o "single" intitulado "Lá Fora A Cidade", que continha no lado dois o tema "Os Homens da Minha Terra". Os músicos que gravaram este disco foram Vítor Real (voz), Tó Pinheiro da Silva (guitarra solo, flauta e vozes), José Manuel Pereira (guitarra ritmo e vozes), Luís Miguel Luz (guitarra baixo) e Vítor Ferrão (bateria). Participando na gravação, como musico convidado, esteve Carlos Viana, nos teclados.
Estes temas tiveram acompanhamento de uma orquestra sinfónica, para dar um tom mais "sinfónico" à música da banda. Muito elogiado pela crítica, este disco é hoje uma das grandes raridades discográficas portuguesas.
Em 1977 gravam novo "single" com o título "Rei Morto, Rei Posto" em que o lado B era ocupado com o tema "O Oitavo Sorriso". Neste disco o “line-up” da banda foi Vitor Real (voz), Tó Pinheiro da Silva (guitarra solo, flauta e vozes), José Manuel Pereira (guitarra ritmo e vozes), Luís Miguel Luz (baixo), Vítor Ferrão (bateria) e Firmino (congas e vozes).
O letrista ao serviço da banda era José Beiramar que escrevia os poemas com grande intensidade e revelando grandes sentimentos humanísticos e apontando problemas sociológicos comuns ao povo português.
A revista "Rock Em Portugal", à época o único meio de comunicação social a interessar-se pelo fenómeno do Rock cantado ou feito por portugueses foi, desde sempre defensora acérrima da qualidade da banda, tendo-a destacado como uma das "Bandas do Ano" em 1977. Foi também a "Rock Em Portugal" que convidou os Perspectiva a participarem na festa de lançamento da revista, através da participação num Festival Rock no pavilhão do Clube Atlético de Campo de Ourique, em Lisboa, onde os Perspectiva foram os grandes vencedores. Participaram também os Kontrol e os Hosanna.
Em Maio de 1978 a mesma revista produz uma longa entrevista com os membros da banda, que são capa da edição. Nesta entrevista ficou a saber-se as dificuldades que os músicos de Rock passavam na altura. O mercado estava virado para o que vinha do estrangeiro (e ainda não havia Play-Lists nas rádios) e o que era português não era muito bem aceite pelo mercado.
A curiosidade desta entrevista foi a presença numa fotografia do "Nacib" da telenovela brasileira "Gabriela", após o entrevistador ter solicitado a Armando Bogus (infelizmente já falecido) a sua autorização para posar junto com os Perspectiva. Num dos espectáculos ao vivo, realizado nas ruínas do Convento do Carmo, a banda chegou a actuar com a orquestra sinfónica da RDP, mas a experiência não foi muito bem sucedida e acabou por ser abandonada.
Outros temas da banda, tornados conhecidos através dos seus concertos, eram "A Quinta Parte do Mundo" (um longo poema/hino à liberdade) para além de "Sul", "Norte" ou "A Primeira Flor". Esteve programada a gravação daquele que viria a ser o primeiro LP da banda que até tinha título. Seria intitulado "A Quinta Parte do Mundo", mas nunca chegou a ver a luz do dia, porque a banda deu por terminadas as suas actividades musicais.
Após abandonar os Perspectiva, Vítor Ferrão fundou os Tráfego, banda que nunca chegou a actuar em público. Mais tarde Ferrão foi para Espanha onde formou o grupo La Madre Que los Parió e, mais recentemente, os Pirata Cojo, onde também é membro Vítor Real.
Tó Pinheiro da Silva continuou nas lides musicais, não só como membro da Banda do Casaco, até ao seu desaparecimento, mas, também, como técnico de gravação em estúdio e técnico de som. Com esta última especialidade teve oportunidade de correr o mundo, já que foi técnico de som dos Madredeus até 1997. Como técnico de estúdio gravou com uma infinidade de artistas portugueses alguns discos importantíssimos do nosso panorama musical.
* com a colaboração de Vítor Ferrão, actualmente a viver em Espanha. Vítor Ferrão fundou o primeiro grupo do Barreiro chamado Betes, depois os Step Five, os Esquema e os Plexus que deram origem aos Perspectiva.
A banda, uma das primeiras a enveredar pelo estilo "sinfónico" e "progressivo" (a par dos Tantra), formou-se no Barreiro. Tó Pinheiro da Silva (guitarra, voz e flauta) que seria membro de outra banda muito importante, nesses anos (Banda do Casaco), entrou nos Perspectiva em 1973.
Após tentarem contrato com a Valentim de Carvalho, através da entrega de uma "maqueta" a Mário Martins, começam a ensaiar a sério (após terem sido expulsos de um local na sua cidade-natal porque faziam muito "barulho", passaram a fazê-lo num velho moinho abandonado) e a participar em muitos espectáculos pelo país.
Em 1976 conseguem um contrato discográfico com a Imavox, onde pontuavam como directores António Pinho e Nuno Rodrigues. O primeiro disco gravado pela banda foi o "single" intitulado "Lá Fora A Cidade", que continha no lado dois o tema "Os Homens da Minha Terra". Os músicos que gravaram este disco foram Vítor Real (voz), Tó Pinheiro da Silva (guitarra solo, flauta e vozes), José Manuel Pereira (guitarra ritmo e vozes), Luís Miguel Luz (guitarra baixo) e Vítor Ferrão (bateria). Participando na gravação, como musico convidado, esteve Carlos Viana, nos teclados.
Estes temas tiveram acompanhamento de uma orquestra sinfónica, para dar um tom mais "sinfónico" à música da banda. Muito elogiado pela crítica, este disco é hoje uma das grandes raridades discográficas portuguesas.
Em 1977 gravam novo "single" com o título "Rei Morto, Rei Posto" em que o lado B era ocupado com o tema "O Oitavo Sorriso". Neste disco o “line-up” da banda foi Vitor Real (voz), Tó Pinheiro da Silva (guitarra solo, flauta e vozes), José Manuel Pereira (guitarra ritmo e vozes), Luís Miguel Luz (baixo), Vítor Ferrão (bateria) e Firmino (congas e vozes).
O letrista ao serviço da banda era José Beiramar que escrevia os poemas com grande intensidade e revelando grandes sentimentos humanísticos e apontando problemas sociológicos comuns ao povo português.
A revista "Rock Em Portugal", à época o único meio de comunicação social a interessar-se pelo fenómeno do Rock cantado ou feito por portugueses foi, desde sempre defensora acérrima da qualidade da banda, tendo-a destacado como uma das "Bandas do Ano" em 1977. Foi também a "Rock Em Portugal" que convidou os Perspectiva a participarem na festa de lançamento da revista, através da participação num Festival Rock no pavilhão do Clube Atlético de Campo de Ourique, em Lisboa, onde os Perspectiva foram os grandes vencedores. Participaram também os Kontrol e os Hosanna.
Em Maio de 1978 a mesma revista produz uma longa entrevista com os membros da banda, que são capa da edição. Nesta entrevista ficou a saber-se as dificuldades que os músicos de Rock passavam na altura. O mercado estava virado para o que vinha do estrangeiro (e ainda não havia Play-Lists nas rádios) e o que era português não era muito bem aceite pelo mercado.
A curiosidade desta entrevista foi a presença numa fotografia do "Nacib" da telenovela brasileira "Gabriela", após o entrevistador ter solicitado a Armando Bogus (infelizmente já falecido) a sua autorização para posar junto com os Perspectiva. Num dos espectáculos ao vivo, realizado nas ruínas do Convento do Carmo, a banda chegou a actuar com a orquestra sinfónica da RDP, mas a experiência não foi muito bem sucedida e acabou por ser abandonada.
Outros temas da banda, tornados conhecidos através dos seus concertos, eram "A Quinta Parte do Mundo" (um longo poema/hino à liberdade) para além de "Sul", "Norte" ou "A Primeira Flor". Esteve programada a gravação daquele que viria a ser o primeiro LP da banda que até tinha título. Seria intitulado "A Quinta Parte do Mundo", mas nunca chegou a ver a luz do dia, porque a banda deu por terminadas as suas actividades musicais.
Após abandonar os Perspectiva, Vítor Ferrão fundou os Tráfego, banda que nunca chegou a actuar em público. Mais tarde Ferrão foi para Espanha onde formou o grupo La Madre Que los Parió e, mais recentemente, os Pirata Cojo, onde também é membro Vítor Real.
Tó Pinheiro da Silva continuou nas lides musicais, não só como membro da Banda do Casaco, até ao seu desaparecimento, mas, também, como técnico de gravação em estúdio e técnico de som. Com esta última especialidade teve oportunidade de correr o mundo, já que foi técnico de som dos Madredeus até 1997. Como técnico de estúdio gravou com uma infinidade de artistas portugueses alguns discos importantíssimos do nosso panorama musical.
* com a colaboração de Vítor Ferrão, actualmente a viver em Espanha. Vítor Ferrão fundou o primeiro grupo do Barreiro chamado Betes, depois os Step Five, os Esquema e os Plexus que deram origem aos Perspectiva.
13 Agosto 2009
Press-release de "Outdoor" dos LA LA LA RESSONANCE
Depois da estreia com Palisade, em 2006, os La la la ressonance regressam aos discos com Outdoor, edição numerada e limitada a 500 exemplares. Persistem na ironia de um discurso experimental devedor do jazz em rota de colisão com a construção cirúrgica de rendilhados pop, instrumental e abstracto, preservando as arestas perigosas, destroços deste embate. Gravado entre 2008 e 2009, Outdoor conta com a participação dos Quad Quartet, interpretanto trechos escritos pela banda, introduzindo a gravidade de um quarteto de sopros, em encontro cego com a matéria prima resultante do longo processo de composição.
Com distribuição da Compact Records, Outdoor é embalado em digipack certificado, integralmente construído em material reciclado e biodegradável
“É impossível perder isto. Sobre Outdoor.
valter hugo mãe
Era difícil imaginar como poderiam amadurecer os La La La Ressonance depois da edição de Palisade. Era difícil porque perante esse primeiro longa duração ficáramos já conscientes da amplitude de sentidos que a sua música poderia adquirir, ao mesmo tempo explorando um lugar sempre novo e cumprindo uma maturidade rara que poucos projectos musicais – mormente em Portugal – conseguem atingir. E é pela maturidade que se pode entender como, agora com este novo álbum, o projecto se consolida num registo profundamente equilibrado onde cada tema contribui de igual modo para o brilho do trabalho global. Este é o desafio que os La La La Ressonance vencem com Outdoor – e bem podem alardeá-lo em grande – o de não pecarem em momento algum, mantendo rigorosamente o nível de qualidade e apelo em cada instante de todo o disco. Perdendo uma certa oscilação temperamental, com enfoques emocionais algo distintos, o projecto apresenta agora um corpo uno, um organismo super-identitário que se comporta como um ser completo e perfeito.
São doze trechos de uma composição diria já virtuosa, embora sempre preferindo a subtileza e a graciosidade, trechos esses elevados discretamente de uma condição pop ou rock, ou pós-rock, e encontrando a criatividade do jazz com apontamentos de uma erudição que pode levá-los a ombrear com nomes sérios da música contemporânea. Parece que a ECM encontra a Tzadik, resultando numa identidade que eu apontaria por uma agradabilidade ímpar, ainda devedora, por exemplo, do lado mais cool das prestações dos Sonic Youth nos seus discos de resistência editados com o selo SYR.
Outdoor é um disco que nasce clássico, feito para os melómanos mais exigentes, capaz de sobreviver ao embate cada vez mais violento com a abundância da música dos nossos dias. Outdoor está para lá do tempo, é o que quero dizer, porque não corresponde senão ao seu momento próprio, extrapolando ondas e tendências e encontrando indubitavelmente um colectivo de músicos que procuraram obstinadamente um resultado difícil, o mais difícil, aquele que já é feito da sua própria verdade. Eu tive sempre a maior das expectativas em relação a este colectivo de músicos, mas sempre as coloquei no insondável dos seus caminhos, porque me habituei a não adivinhar o que fariam a seguir, e agora, pela primeira vez, talvez tenha percebido que o caminho foi exactamente para aqui chegar. Esta é a definição mais imediata do meu sentimento de satisfação e respeito por este disco, o de quem percebe que estes músicos deambularam para aqui chegarem, a esta completude que, uma vez criada, faz falta e tem de ocupar o seu lugar nas discografias mais exigentes de quem está vivo. Ouçam “Victoria Station”, na primeira e na segunda versão (mesmo que dominem mal as saudades de Londres, como eu), e percebam como um mundo infinito de coisas são ali juntas, num dos temas mais coloridos e preciosos que a música recente inventou. Confiram a erudição, a contenção, a graciosidade, a profunda alegria que o som pode conter. Impossível perder isto. É impossível perder isto.”
Com distribuição da Compact Records, Outdoor é embalado em digipack certificado, integralmente construído em material reciclado e biodegradável
“É impossível perder isto. Sobre Outdoor.
valter hugo mãe
Era difícil imaginar como poderiam amadurecer os La La La Ressonance depois da edição de Palisade. Era difícil porque perante esse primeiro longa duração ficáramos já conscientes da amplitude de sentidos que a sua música poderia adquirir, ao mesmo tempo explorando um lugar sempre novo e cumprindo uma maturidade rara que poucos projectos musicais – mormente em Portugal – conseguem atingir. E é pela maturidade que se pode entender como, agora com este novo álbum, o projecto se consolida num registo profundamente equilibrado onde cada tema contribui de igual modo para o brilho do trabalho global. Este é o desafio que os La La La Ressonance vencem com Outdoor – e bem podem alardeá-lo em grande – o de não pecarem em momento algum, mantendo rigorosamente o nível de qualidade e apelo em cada instante de todo o disco. Perdendo uma certa oscilação temperamental, com enfoques emocionais algo distintos, o projecto apresenta agora um corpo uno, um organismo super-identitário que se comporta como um ser completo e perfeito.
São doze trechos de uma composição diria já virtuosa, embora sempre preferindo a subtileza e a graciosidade, trechos esses elevados discretamente de uma condição pop ou rock, ou pós-rock, e encontrando a criatividade do jazz com apontamentos de uma erudição que pode levá-los a ombrear com nomes sérios da música contemporânea. Parece que a ECM encontra a Tzadik, resultando numa identidade que eu apontaria por uma agradabilidade ímpar, ainda devedora, por exemplo, do lado mais cool das prestações dos Sonic Youth nos seus discos de resistência editados com o selo SYR.
Outdoor é um disco que nasce clássico, feito para os melómanos mais exigentes, capaz de sobreviver ao embate cada vez mais violento com a abundância da música dos nossos dias. Outdoor está para lá do tempo, é o que quero dizer, porque não corresponde senão ao seu momento próprio, extrapolando ondas e tendências e encontrando indubitavelmente um colectivo de músicos que procuraram obstinadamente um resultado difícil, o mais difícil, aquele que já é feito da sua própria verdade. Eu tive sempre a maior das expectativas em relação a este colectivo de músicos, mas sempre as coloquei no insondável dos seus caminhos, porque me habituei a não adivinhar o que fariam a seguir, e agora, pela primeira vez, talvez tenha percebido que o caminho foi exactamente para aqui chegar. Esta é a definição mais imediata do meu sentimento de satisfação e respeito por este disco, o de quem percebe que estes músicos deambularam para aqui chegarem, a esta completude que, uma vez criada, faz falta e tem de ocupar o seu lugar nas discografias mais exigentes de quem está vivo. Ouçam “Victoria Station”, na primeira e na segunda versão (mesmo que dominem mal as saudades de Londres, como eu), e percebam como um mundo infinito de coisas são ali juntas, num dos temas mais coloridos e preciosos que a música recente inventou. Confiram a erudição, a contenção, a graciosidade, a profunda alegria que o som pode conter. Impossível perder isto. É impossível perder isto.”
BIOGRAFIA LA LA LA RESSONANCE
Formada em 2005, a banda deriva directamente e sem alterações no elenco dos The Astonishing Urbana Fall (TAUF). Nas palavras de Valter Hugo Mãe, “Poucos terão sido os projectos portugueses que elevaram as expectativas do seu público tanto quanto os TAUF. Pelos concertos inesquecíveis (durante muito tempo dados como eventos irrepetíveis, de encenação única), e pela estreia em disco com o ep Acetaminophen, esta banda marcou um tempo do nosso rock/pop criando um consenso de rara admiração e extensa legião de fiéis. A maturidade trouxe um novo irónico nome, La la la ressonance (Lllr). Os Lllr relativizam a experimentação, a improvisação e a transdisciplinaridade – pilares do ideário dos TAUF. Um projecto pode, paradoxalmente, ser entendido como o negativo do outro. No privilégio da estrutura, no carácter afirmativo e experimental, nas longas cavalgadas hipnóticas e improvisadas dos TAUF, encaixam o formalismo, a abstracção e a ironia dos Lllr, feitos de trechos/fragmentos de laconismo pop.”
Os TAUF findam após dez anos de uma carreira orientada para a performance, sem editar um longa duração. Os Lllr nascem com o seu primeiro álbum Palisade (2006), trabalho assente na liberdade formal em que sempre acreditaram. Instrumental, ambiental, jazzístico, carismático. Palisade foi apelidado de “brilhante no seu despojamento”. É um disco típico de quem nunca teve pressa. Resulta numa simplicidade desarmante. Trata-se de um quase-jazz delicado e contido, numa lógica de fragmentação, como se estivéssemos perante uma banda sonora ou uma colecção de apontamentos.
Palisade foi editado em formato dualdisc. O lado DVD contém uma curta-
-metragem da autoria do cineasta Miguel Machado, construída a partir de temas do álbum.
2007 é dedicado à apresentação de Palisade, em salas como a Casa da Música, Museu de Serralves, Passos Manuel ou ZDB.
Entram em 2008 a preparar o segundo álbum, a compor a imagem sonora da Rádio Universitária do Minho e a promover um espectáculo construído a partir da obra cinematográfica de Len Lye e Osamu Tesuka, este último estreado no FILMINHO – Festival de Cinema Galego e Português, Goyan, Espanha, e apresentado em salas como o Teatro Aveirense, o Teatro Viriato ou o Museu Nogueira da Silva.
Em 2009, gravam o segundo álbum, Outdoor, a editar em Outubro próximo.
Paralelamente e em simultâneo, trabalharam numa banda sonora original para o filme “Le voyage dans la lune” de Georges Méliès, apresentada no Festival de Curtas Metragens de Vila do Conde.
FORMAÇÃO
André Simão: Baixo eléctrico, acústico e fretless, guitarra eléctrica e acústica, teclas, bateria, percussão, sampling e programações
Gil Teixeira: Guitarra eléctrica e acústica, teclas, sampling e programações
Jorge Aristides: Bateria
Paulo Araújo: Sax alto e soprano, teclas, bateria e percussão
Ricardo Cibrão: Guitarra eléctrica e lap steel guitar
DISCOGRAFIA
Palisade, 2006 - Dualdisc
input/output - V.A., 2007 - CD
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